domingo, 17 de maio de 2015

Sem rumo, fico esperando



Sou barco de papel em meio ao oceano;
Sem direção em meio a tempestade.
Sou barco de papel em uma poça no meio da calçada,
Sou barco de papel sem marinheiro.

Qualquer onda serve, qualquer vento leva.
Quando não se tem para onde ir,
Acaba indo para lugar nenhum.
E Lugar Nenhum parece ser o destino ideal.

Vou seguindo, vou deixando fluir.
Mas eu bem sei, que sem rumo, assim, eu nunca vou chegar.

To tentando decidir, 
o que eu quero, 
para onde devo ir, 
que estrada seguir...

Mas por enquanto NADA.
Nada definido, vou navegando sem rumo, em círculos.
Fico esperando uma porta se abrir,  me convidando a viver..
Fico esperando um sinal dos céus, um milagre, um alguém...